Neste Tokay a linha força está na fruta. Primeiramente impressionou-me mais na boca do que no nariz, mas o tempo veio alterar essa percepção. Aroma e paladar dominados pelo pêssego com algumas notas de manga. O sabor tornou-se um pouco enjoativo. Por mim prefiro a linha mais tradicional dos Tokay.
Origem: Tokay - Hungria
Produtor: Babits
Nota: 6/10
sábado, junho 23, 2007
Oremus Tokaji Aszú 5 puttonyos 1995
Este vinho pareceu-me na boca tão bom quanto no nariz. E no nariz tão agradável quanto belo na vista. Dourado como o âmbar e de aroma a lembrar confeitaria, muito complexo, onde sobressaía o mel. Na boca manteve-se a complexidade: muito gordo, guloso, a lembrar mel, fruta confitada, com mineralidade, alguma acidez. Uma festa.
Origem: Tokay - Hungria
Produtor: Bodegas Vega Sicilia
Teor alcoólico: 11,5%
Nota: 8/10
Origem: Tokay - Hungria
Produtor: Bodegas Vega Sicilia
Teor alcoólico: 11,5%
Nota: 8/10
Etiquetas:
Branco,
Colheita Tardia,
Tokay
Rupert & Rothschild Vignerons Classique 2004
É um vinho com muitas notas vegetais. Nota-se lá suavemente o cabernet sauvignon. Vegetal é o termo que melhor define este vinho. Mas encontram-se também em doses macias e cuidadas flores e frutas. Tudo muito discreto e bem medido. Os 15% de álcool passam totalmente ao lado, o vinho está equilibrado. Menos positivo será alguma indiferenciação: não há milagres! Este vinho fez-se com as castas cabernet sauvignon e merlot, por isso tem um perfil muito internacional. Está belo de se beber.
Origem: Western Cape - África do Sul
Produtor: Anthonij Rupert & Benjamin Rothschild
Teor alcoólico: 15%
Nota: 6,5/10
Origem: Western Cape - África do Sul
Produtor: Anthonij Rupert & Benjamin Rothschild
Teor alcoólico: 15%
Nota: 6,5/10
Etiquetas:
Tinto,
Western Cape
quarta-feira, junho 13, 2007
Chá e vinho
Quem não bebeu chá em pequenino não pode, na idade adulta, dissertar sobre o vinho.Nota: Este texto é dedicado ao cobarde e mentiroso que andou a escrever de forma anónima no texto sobre o vinho Encostas de Penalva 2004 (estão lá todos os comentários). Já agora se tiver coragem que envie um email.
sábado, junho 09, 2007
Poeira 2004

A colheita de 2004 ainda precisa de repousar. Os taninos ainda estão bem vivos, mas nota-se que este é um grande vinho. Para mim, a colheita de 2004 é a que mais me agradou, apesar de a ter bebido em condições de juventude. A ver se a pequena produção e os apetites do mercado ainda me guardam algumas garrafas para daqui por uns anos.
Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Nota: 9/10
Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Nota: 9/10
Vertente 2002
É um vinho onde se nota bem a fruta e que é bem fácil de gostar. É fácil e é bom. Simples!
Região: Douro
Produtor: Niepoort
Teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10
Região: Douro
Produtor: Niepoort
Teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10
Maritávora Branco Reserva 2006
Este branco mineral é um achado. Não é só natureza. Há muito saber de quem o faz. E muito prazer de quem o bebe.
Região: Douro
Produtor: Quinta de Maritávora
Nota: 9/10
Região: Douro
Produtor: Quinta de Maritávora
Nota: 9/10
Geheim Rat «J»
Este é um riesling do Reno onde se notam bem as notas de fruta topical, nomeadamente de manga. É um vinho leve e elegante, que não se torna enjoativo. Vai bem nesta altura do ano.
Região: Rheingau (Reno)
Produtor: Weingüter Wegeler
Teor alcoólico: 12%
Nota: 6,5/10
Região: Rheingau (Reno)
Produtor: Weingüter Wegeler
Teor alcoólico: 12%
Nota: 6,5/10
sábado, junho 02, 2007
Quinta de Saes Reserva Estágio Prolongado 2005
Belo e rijo vinho. Nariz muito agradável com fruta sem demasia e presença de madeira. Vinho adstringente e com energia. Será muito interessante bebê-lo dentro de um tempo.
Produtor: Álvaro de Castro
Região: Dão
teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10
Produtor: Álvaro de Castro
Região: Dão
teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10
segunda-feira, maio 21, 2007
Pedro e Inês 2003
Um tinto profundo, misterioso, onde se notam ameixas e madeira. Mais do que dizer há que provar.
Região: Dão
Produtor: Dão Sul
Teor alcoólico: 14%
Nota: 8,5/10
Região: Dão
Produtor: Dão Sul
Teor alcoólico: 14%
Nota: 8,5/10
sábado, abril 28, 2007
Quinta de Cabriz Reserva 2004
Este tinto está bem melhor no nariz do que na boca. Sinceramente achei-o demasiado festivo e, por conseguinte, cansativo nos aromas, tal a festarola. Bastante floral, sobretudo violetas, alguma fruta madura, baunilha e um toque levezinho a couro. Tudo muito bem, mas com o passar da refeição tornou-se fatigante, sobretudo ar do ramalhete. Na boca é maciozinho e bem mais desinteressante face ao esplendor olfactivo e incaracterístico, com alguma fruta discreta. Todavia não se pense mal, que está um bom pedaço de vinho.
Produtor: Dão Sul
Região: Dão
Nota JB: 5,5/10
Nota PR: 5/10
Produtor: Dão Sul
Região: Dão
Nota JB: 5,5/10
Nota PR: 5/10
quinta-feira, abril 26, 2007
Cartuxa 2002
Este vinho é um clássico e, como tal, não desilude. É o que é. Encanta quanto baste e evoca paisagens doutro tempo. Merece ser bebido. Tem fruta discreta e madeira nobre. É bem elegante e distinto. Bem equilibrado. Um belo alentejano.
Região: Évora - Alentejo
Produtor: Fundação Eugénio de Almeida
Teor alcoólico: 13,5%
Nota 7/10
Região: Évora - Alentejo
Produtor: Fundação Eugénio de Almeida
Teor alcoólico: 13,5%
Nota 7/10
sexta-feira, abril 20, 2007
Encostas de Penalva 2004
Comprei este tinto por menos de dois euros. Antes que me argumentem que por esse preço não há bom vinho, respondo que os países do «novo mundo» aí estão para provar o contrário: vinho de grande consumo a preços acessíveis e que nem todo o vinho tem de ser uma preciosidade e caro. Repito que me marimbo para o preço e para as relações de qualidade e preço. Bebo o que gosto e recomendo o que julgo valer a pena.
Neste caso não recomendo. No nariz é um soco de álcool, o que transborda para a boca. É maciosinho e tal, mas nada mais. É desinteressante como uma folha de papel. Não percebo. Nem sequer percebo como foi aprovado como Dão, pois vinho desta qualidade deveria ser chumbado em nome da dignidade e reputação da região. Certamente só porque rende uns cobres em selos de certificação é que é aceite pela entidade que deveria zelar pela qualidade da denominação ou então em nome dum qualquer direito adquirido. Não percebo o que este vinho possa significar para quem o produz, pois não pode encher de orgulho quem o faz. Não percebo como chega ao mercado este vinho e, para mais, com o selo Dão à garupa.
Região: Dão
Produtor: Adega Cooperativa de Penalva do Castelo
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 2/10
Neste caso não recomendo. No nariz é um soco de álcool, o que transborda para a boca. É maciosinho e tal, mas nada mais. É desinteressante como uma folha de papel. Não percebo. Nem sequer percebo como foi aprovado como Dão, pois vinho desta qualidade deveria ser chumbado em nome da dignidade e reputação da região. Certamente só porque rende uns cobres em selos de certificação é que é aceite pela entidade que deveria zelar pela qualidade da denominação ou então em nome dum qualquer direito adquirido. Não percebo o que este vinho possa significar para quem o produz, pois não pode encher de orgulho quem o faz. Não percebo como chega ao mercado este vinho e, para mais, com o selo Dão à garupa.
Região: Dão
Produtor: Adega Cooperativa de Penalva do Castelo
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 2/10
domingo, abril 15, 2007
Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2004

No nariz há a apontar de negativo um forte odor alcoólico, que esmaga tudo à volta. È preciso esperar antes que os restantes aromas venham à tonam. De resto é bem agradável a suave compota e canela que nele se notam. Na boca, este tinto é potente, com bons taninos, com compota, fruta vermelha discreta, madeira. Belíssimo. Será bom bebê-lo daqui por um par de anos.
JB
Região: Douro
Produtor: Sociedade Agrícola da Quinta do Crasto
Teor alcoólico: 14,5%
Nota JB: 8/10
Nota PR: 8/10
JB
Região: Douro
Produtor: Sociedade Agrícola da Quinta do Crasto
Teor alcoólico: 14,5%
Nota JB: 8/10
Nota PR: 8/10
quinta-feira, abril 12, 2007
Muxagat Branco 2005

Como toda a gente sabe não sou apreciador de vinhos brancos, deram-mo a provar num jantar.
Efectuado na região de Foz Côa com as castas rabigato (90%) e o restante de gouveio, códega e viosinho. Parte do lote é envelhecido durante oito meses em barricas novas de carvalho francês.
Frutado, com aromas de citrinos. Final de boca agradável . Um bom branco a reapreciar novamente.
Efectuado na região de Foz Côa com as castas rabigato (90%) e o restante de gouveio, códega e viosinho. Parte do lote é envelhecido durante oito meses em barricas novas de carvalho francês.
Frutado, com aromas de citrinos. Final de boca agradável . Um bom branco a reapreciar novamente.
Região: Douro
Produtor: Muxagat Vinhos Lda
Teor alcoólico: 13%
Enólogo : Mateus Nicolau de Almeida
Nota: 6/10
PS: Foto tirada do blog "Copo de 3", que espero não se importe.
domingo, abril 01, 2007
Altas Quintas Crescendo 2005
Este tinto pretende ocupar um patamar mais abaixo face aos outros vinhos da casa. Contudo, surpreendeu-me pela positiva. A puxar bem sem se tornar enjoativo, com bom corpo, bela madeira e saudáveis frutos.
Região: Regional Alentejano
Produtor: Altas Quintas
Teor alcoólico: 14%
Nota: 6,5/10
Região: Regional Alentejano
Produtor: Altas Quintas
Teor alcoólico: 14%
Nota: 6,5/10
Etiquetas:
Regional Alentejano,
Tinto
domingo, março 25, 2007
Colares Chitas 1992
Apesar da crise da região, Colares ainda vai dando ao mundo e às bocas belas coisinhas. Têm-me chegado aos ouvidos notícias de que os Colares Chitas não andam grande coisa. Pois talvez não estejam ao nível do que já foram e eu não tenho idade para ter memória, porém este de 1992 achei-o muito bem. Bebi-o relativamente jovem e estava, é claro, capaz de aguentar muitos anos, na boa tradição dos Colares. Bateu-se bem com pratos companeiros tradicionais: bacalhau (pataniscas e pastéis).
Região: Colares
Produtor: António Bernardino Paulo da Silva
Teor alcoólico: 11%
Nota: 7/10
Região: Colares
Produtor: António Bernardino Paulo da Silva
Teor alcoólico: 11%
Nota: 7/10
Poeira 2001

A perfeição ou a quase perfeição rouba palavras. Há muito mais a dizer quando se tem alguma coisa a criticar. Deste vinho não há muito a dizer: É fabulástico. Não me apetece dizer mais nada. Seria poluí-lo.
JB
Pouco mais posso acrescentar a não ser que o melhor mesmo é bebê-lo.
Penso que se aguentará por mais alguns anos.
PR
Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Teor alcoólico: 13%
Nota JB: 9/10
Nota PR: 9/10
JB
Pouco mais posso acrescentar a não ser que o melhor mesmo é bebê-lo.
Penso que se aguentará por mais alguns anos.
PR
Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Teor alcoólico: 13%
Nota JB: 9/10
Nota PR: 9/10
sexta-feira, março 23, 2007
Morgado da Canita 2004
Este não é, claramente um grande tinto nem um tinto de excelência. É um tinto que não envergonha, que vai para o mercado a preço cordato. É um dos chamados vinhos de combate, daqueles que vencem pela relação entre a qualidade e o preço, que têm de se apresentar em meias garrafas. Devo dizer que no padrão da gama é dos melhores que tenho tragado. É honesto.
Região: Regional Alentejano
Produtor: Casa Agrícola Santos Jorge
Teor alcoólico: 13,5%
Nota: 4/10
Região: Regional Alentejano
Produtor: Casa Agrícola Santos Jorge
Teor alcoólico: 13,5%
Nota: 4/10
Etiquetas:
Regional Alentejano,
Tinto
domingo, março 18, 2007
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador 2004
Este é um branco que vai bem com peixes pesados e gordos e com carnes menos robustas. Tem um nariz com fruta madura e é bem gordo e macio. Tem classe.
Região: Dão
Produtor: Paço de Santar
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 7/10
Região: Dão
Produtor: Paço de Santar
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 7/10
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