sexta-feira, junho 16, 2006

Alexandro III Rosso Montalcino 2001


Região: Itália, Montalcino
Teor Alcoólico; 13,5%
Produtor: Cecchi

sábado, junho 10, 2006

Quinta dos Grilos Tinto 2004


Região: Dão
Teor Alcoólico; 13%
Produtor: Soc.Agricola do Casal de Tonda

Quinta da Alorna - Touriga Nacional Rosé


Casta Touriga Nacional.

Região: Regional Ribatejano
Teor Alcoólico; 13,5%
Produtor: Quinta da Alorna Vinhos Lda

Embuçado - Vinho Verde Branco 2004


Casta Loureiro.

Região: Vinho Verde

Teor Alcoólico; 10%
Produtor: Solouro Vinhos SA - Lidl

quarta-feira, junho 07, 2006

Monte Velho Tinto 2004


Monte Velho Tinto 2004

Efectuado com castas Periquita, Trincadeira, Bastardo e Moreto de vinhas com 15 anos de média de idades.
O processo de vinificação é efectuado com desengace, esmagamento e fermentação alcoólica com temperaturas controladas em cubas de inox (22 a 25ºC), prensagem, fermentação maloláctica e estágio em cubas de inox e em madeira de carvalho americano.

Região: Vinho Regional Alentejano
Teor Alcoólico; 14%
Produtor: Herdade do Esporão

terça-feira, junho 06, 2006

EA Tinto 2004


Feito a partir das castas piriquita, aragonês, trincadeira, moreto e alfrochoeiro.



Região: Vinho Regional Alentejano
Teor Alcoólico; 12%
Produtor: Fundação Eugénio Almeida

sábado, junho 03, 2006

Ferreira 1997 Vintage



Efectuado com lote de vinhos obtidos nas regiões do Cima Corgo e Douro Superior vinificados na Quinta do Seixo.

Região: Vinho do Porto

Teor alcoólico: 20%

Produtor: A.A.Ferreira SA

Tinto da Ânfora 2002


Produzido com as castas Aragonês, Trincadeira, Alfrocheiro, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon. Vinificado e estagiado durante um ano em meias-pipas de carvalho na Herdade das Ânforas em Arraiolos.

Região: Regional Alentejano
Teor alcoólico: 13%
Produtor: Bacalhôa vinhos de Portugal

Vinha da Pala Reserva 2001



Produzido com as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Após vinificação estagiou em barricas de carvalho francês.

Região: Douro

Teor alcoólico: 13%

Produtor: Soc. Agricola e Comerical dos Vinhos Vale da Corça Lda.

Quinta do Monte d'Oiro Reserva 2001


Produzido à base de uvas syrah, este vinho tem na sua composição uma pequena percentagem da casta de viognier, à moda das produções da Côte du Rhône. Este vinho estagiou em barricas de carvalho francês.

Região: Regional Estremadura
Produtor: José Bento do Santos

Hexagon 2000



Seis lados, mas também seis uvas e seis gerações. Produzido a partir das castas Trincadeira, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão, Syrah e Tannat plantados nas vinhas da José Maria da Fonseca na Peninsula de Setubal.

Região: Regional Terras do Sado

Teor alcoólico: 14%

Produtor: José Maria da Fonseca

Bauget-Jouette Brut Rosé

Região: Champanhe - Epernay

Teor alcoólico: 12%

Produtor: Bauget-Jouette

Quinta dos Cozinheiros Rosé 2004


O mosto que deu origem a este vinho provém de uvas das castas baga e touriga nacional com as quais macerou durante um curto periodo. Após prolongada fermentção foi engarrafado de imediato.

Região: Regional Beiras
Teor alcoólico: 13%
Produtor: Quinta dos Cozinheiros

Jantar da A Adega

Mais um grande jantar organizado pelo João em minha casa. Começámos com uma tábua de queijos e aperitivos, seguiu-se uns carapauzinhos fritos à maneira acompanhados de gaspacho. Veio a seguir um lombo de porco preto acompanhado por batatas assadas no forno, seguindo a sobremesa uma bela charlotte de ananás. A prova.. não preciso de dizer mais a fotografia diz tudo. PR

O Paulo acusa-me e eu acuso-o. Na verdade devemos ser os dois culpamos mais a Nês. Vou tentar contar a minha versão e com sorte pode ser que tudo fique em bem a rimar com todas as opiniões.Era para acontecer um jantar aqui em casa, mas porque não havia onde deixar o miúdo do Paulo e da Nês passou a cerimónia para a casa destes. Desde então tomaram-me conta do evento, acuso eu. Desde sempre dizem que o repasto foi meu. A verdade é que a união de esforços deu uma coisa memorável de fazer inveja a nós mesmos, pois agora enciumamo-nos por não estarmos a usufruir aquele momento, como se fôssemos hoje outras pessoas, porque há instantes na vida em que o tempo está proibido de passar.No primeiro acto aconteceu um Quinta dos Cozinheiros Rosé de 2004 (Regional Beiras), líquido seco e austero na fruta, bom para matar a sede. Estava fresco e contrariou o calor daquele fim de tarde. Porém não é o meu vinho rosé nem fez amigos... não angariou adeptos para as falanges dos rosés, embora todos lhe reconhecessem virtudes. Depois, sim, houve muita alegria e contentamento. Veio de Champanhe um rosé divertidíssimo e elegante: Bauget-Jouette. Com este todos festejaram e grandes sorrisos se puseram nos rostos, até dos teimosos que insistem em afirmar e garantir que não gostam de Champanhe nem de rosé.Acto segundo: queijo camembert, um malcheiroso francês que não fixei o nome, queijo de azeitão, queijo de mistura de cabra e vaca, pasta de fígado de porco, duas variedades de gressinos temperados, cubos de pão com ervas e joaquins fritos. Aqui estava já em estreia líquida o primeiro vinho do jantar: Hexagon 2000 (Regional Terras do Sado), talvez o melhor vinho que se faz a Sul do Tejo ou mesmo do Mondego.Terceiro acto: gaspacho (à portuguesa e com acompanhamentos vários, incluindo os joaquins sobrantes) com o já referido Hexagon. O vinho é uma maravilha. Julgo que Nostradamus o anteviu nas suas visões e que Leonardo da Vinci fez esboços para a sua criação. E não é que ligou mesmo bem com a sopa fria?Quarto acto: lombo de porco temperado com massa de pimentão e batata assada no forno, ratatui (cebola, tomate, alho francês, maçã e tomilho) que se regou com Hexagon, enquanto houve, e Quinta do Monte d'Oiro Reserva 2001 (Regional Estremadura). Este segundo tinto é outra maravilha, tem encantos diferentes do parceiro mais sulista, e dança no nariz e na boca com muita elegância.Findos os dois grandes tintos e antes que se quisessem as sobremesas bebeu-se parcialmente um Vinha da Pala Reserva 2001 (Douro), que é justo e sereno, não levanta ondas, mas tem carácter, não fez sombra aos anteriores, mas todos repararam que lá estava. Só por causa disso irá ser repetido numa jantarada menos exigente.Após o intervalo da conversa em que os fumantes se intoxicaram, veio uma charlotte de ananás e serviu-se um Vinho do Porto que estava de estalo, embora viesse a estar mais se tivessemos a paciência de esperar mais uns anos: Ferreira 1997 Vintage. Suave e aveludado, complexo no nariz e na boca foi uma delícia de se beber. Na minha opinião ofuscou a sobremesa, pois estava demasiado vaidoso e galante.Já quando os talheres se tinham retirado e os guerreiros da comezaina queriam apenas repousar e conversar, as gargantas molharam-se com um honesto, mas fracote Tinto da Ânfora 2002 (Regional Alentejano), que o bom Alex trouxe. Lamento, amigo, mas este não teve hipótese, mas foi um vinho amigo para quando já estávamos exaustos... e não só.De tudo o que mais gostei foi mesmo da amizade. É que amigos destes dizem o que sentem e comem e dão a comer o melhor que têm. Foi um grande festa para festejar coisa nenhuma. JB

Aragonês da Peceguinha 2004



Produzido na herdade da malhadinha nova em Albernôa no Alentejo, a partir da casta aragonês, estagia 10 meses em barricas de carvalho françês.

Região: Regional Alentejano

Teor alcoólico: 14%

Produtor: Herdade da Malhadinha Nova

Vinho tinto do Fogo

Vinho Tinto do Fogo

O único sitio de Cabo Verde onde se faz vinho, o chã das caldeiras situado na ilha do Fogo em Cabo Verde.
Vinho efectuado com a casta tradicional preta.


Região: Cabo Verde
Teor alcoólico: 14%
Produtor: Rosandro Monteiro
Chã das Caldeiras

quarta-feira, maio 31, 2006

Indice de Provas 2006

Tintos
Nota

Brancos

Rosé

Espumante


Vinho do Porto

Vinho da Madeira

G* = Garrafa existente por provar
* Envelheceu demais, devido a mau acondicionamento ou rolhamento
** aguardar mais uns anos para plenitude

quinta-feira, maio 25, 2006

Vinhos H.M. Borges - Madeira

O improvável aconteceu-me. Serviram-me vinho abafado para regar a refeição e o dito cansou-me a sede. Na verdade, não foi um generoso, mas quatro. Flutuei sentado na cadeira a beber Vinho da Madeira. No nariz festejei com os aromas quentes e diferentes do quarteto e na boca exprimentei as mestiçagens com as diferentes comidas. Todos vieram da casa H.M. Borges.
Primeiro veio um Harvest Sercial de 1995, de trago seco e ácido, mas a enrolar-se macio e suave dentro de mim. Quando lhe encostei uma salada de tomate e courgette com espargos, então, começou a cantar alegrias.
Encanto maior mostrou o Harvest Colheita Boal de 1995... que delícia elegante no nariz e prazer na boca! Este é um Vinho da Madeira capaz de trazer fama e fazer renascer um espírito cansado. Visto a olho nu era apenas vinho num copo, mas quando se soltava na boca e se lhe juntava a mousse com avelãs e foi-gras havia brincadeiras desenfreadas e alegres.
A coisa acalmou com o Harvest Colheita de 1995, feito só de uvas negra mole, e embora não sendo de mau fundo não brilhou por causa dos manos. Nem mesmo com a carne de vaca macia, a batata desfeita e os legumes verticais o fizeram subir a grandes alturas. Mas não envergonhou o nome de família.
A fechar a festa veio uma sericá com mel escoltada por um Harvest Malvazia 1998 e o júbilo foi notório, tanto da parte da noiva, como do noivo, como durante toda esta boda. Por mim, este foi a melhor núpcia da época e a beleza líquida mais fácil e encantadora. Perdi-me de amores por ela.
Espantoso ainda foi o chefe, o alcoviteiro que inventou os casamentos dos vinhos com os pastos. Foi tarefa de esforço, engenho e sabedoria. Porém, saí-lhe em destino e desafiei-o com a minha intolerância ao peixe. Saiu-se bravamente, improvisando uma cartinha só para mim, coisa revelada de maravilha nas papilas e saciante na gula.
Hoje é dia de festa, canta a minha alma!

segunda-feira, maio 15, 2006

Pellada Carrocel 2003

Produzido na Quinta da Pelada, em Pinhanços, Seia.

Região: Dão
Produtor: Álvaro de Castro
Enólogo: Álvaro de Castro
Teor alcoólico: 13%

Dado 2001

Vinho produzido com uvas provenientes das regiões do Dão e do Douro, donde foram tiradas as duas sílabas que formas a marca.

Produtores: Álvaro de Castro e Dirk Niepoort
Teor alcoólico: 13,5%