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segunda-feira, dezembro 10, 2007

Gouvyas Vinhas Velhas 2003


Produzido por uvas cultivadas no Cima Corgo (Soutelo do Douro e Vale Mendiz) em parcelas seleccionadas de vinha velha com mais de 60 anos de idade média. Fermentou em lagar com pisa a pé. Iniciou em novembro de 2003 o estágio em barricas novas e de segundo ano de carvalho françês. Em setembro de 2005 foram engarrafadas sem filtração 3500 garrafas.
O meu amigo João trouxe-o para seguir-se ao Charme. Surpresa. Após um Charme em nada lhe ficou atrás. Caso fosse uma prova cega eu não distinguiria um do outro.
Têm uma ligeira diferença, em termos de alcool que se sente. Ligaram muito bem um a seguir ao outro, este Gouvyas está excepcional.
Região: Douro
Teor Alcoólico: 14,5 % vol.
Produtor: Bago de Touriga
Nota: 9/10

Charme 2004


Que se pode dizer de um vinho muito perto da genialidade (para mim). Nada.
Saboreiem-no até a ultima gota.



Região: Douro
Teor Alcoólico: 13,5 % vol.
Produtor: Niepoort Vinhos SA

Nota: 9,5 /10

sábado, junho 09, 2007

Poeira 2004


A colheita de 2004 ainda precisa de repousar. Os taninos ainda estão bem vivos, mas nota-se que este é um grande vinho. Para mim, a colheita de 2004 é a que mais me agradou, apesar de a ter bebido em condições de juventude. A ver se a pequena produção e os apetites do mercado ainda me guardam algumas garrafas para daqui por uns anos.

Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Nota: 9/10

Vertente 2002

É um vinho onde se nota bem a fruta e que é bem fácil de gostar. É fácil e é bom. Simples!

Região: Douro
Produtor: Niepoort
Teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10

Maritávora Branco Reserva 2006

Este branco mineral é um achado. Não é só natureza. Há muito saber de quem o faz. E muito prazer de quem o bebe.

Região: Douro
Produtor: Quinta de Maritávora
Nota: 9/10

domingo, abril 15, 2007

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2004


No nariz há a apontar de negativo um forte odor alcoólico, que esmaga tudo à volta. È preciso esperar antes que os restantes aromas venham à tonam. De resto é bem agradável a suave compota e canela que nele se notam. Na boca, este tinto é potente, com bons taninos, com compota, fruta vermelha discreta, madeira. Belíssimo. Será bom bebê-lo daqui por um par de anos.
JB

Região: Douro
Produtor: Sociedade Agrícola da Quinta do Crasto
Teor alcoólico: 14,5%
Nota JB: 8/10
Nota PR: 8/10

quinta-feira, abril 12, 2007

Muxagat Branco 2005


Como toda a gente sabe não sou apreciador de vinhos brancos, deram-mo a provar num jantar.
Efectuado na região de Foz Côa com as castas rabigato (90%) e o restante de gouveio, códega e viosinho. Parte do lote é envelhecido durante oito meses em barricas novas de carvalho francês.
Frutado, com aromas de citrinos. Final de boca agradável . Um bom branco a reapreciar novamente.

Região: Douro
Produtor: Muxagat Vinhos Lda
Teor alcoólico: 13%
Enólogo : Mateus Nicolau de Almeida
Nota: 6/10
PS: Foto tirada do blog "Copo de 3", que espero não se importe.

domingo, março 25, 2007

Poeira 2001


A perfeição ou a quase perfeição rouba palavras. Há muito mais a dizer quando se tem alguma coisa a criticar. Deste vinho não há muito a dizer: É fabulástico. Não me apetece dizer mais nada. Seria poluí-lo.
JB

Pouco mais posso acrescentar a não ser que o melhor mesmo é bebê-lo.
Penso que se aguentará por mais alguns anos.
PR

Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Teor alcoólico: 13%
Nota JB: 9/10
Nota PR: 9/10

sexta-feira, março 02, 2007

Altano Reserva 2003

Quem me conhece sabe que estou marimbando-me para a relação entre a qualidade e o preço. Pura e simplesmento não quero saber. Das duas uma: ou tenho dinheiro para a coisa que quero e compro-a ou não tenho e esqueço-a. Se a tenho, aprecio-a, desfruto-a e, eventualmente, lamento depois de provada. Se não a tenho, nem quero saber.
Vem toda esta introdução, porque recomendei e recomendarei muitas vezes o Altano a quem aprecia as boas relações entre a qualidade e o preço e também não gosta de gastar muito dinheiro com um vinho. Vem esta introdução a propósito de, por ter gostado do modesto Altano, ter oferecido o Altano Reserva, mesmo arriscando sem provar. Vem toda esta introdução a propósito de tanto assim ser que o meu amigo Paulo Rosendo (parceiro neste blogue ... ele vai perdoar-me, não sei se a quem o ofereci serão tão benevolentes) me ter oferecido o Altano Reserva.
Ora que tal é este Altano Reserva 2003? No nariz é vegetal com uma leve nota frutada... num primeiro embate é tascoso, até vem um certo golpe alcoólico, que é desnecessário. Na boca é uma desilusão. É chatíssimo! É aborrecidíssimo, bocejante, entediante.
Garanto que é inversamente proporcional ao irmão mais modesto. Enquanto o singelo Altano merece todos os poucos euros que se paga por ele, este não vale a diferença. Nem só pela relação entre a qualidade e o preço. Este deveria ser mais barato do que o outro.
JB

Comprei uma caixa recomendada por uma amiga do JB e ofereci antes de experimentar. Espero que não me matem por isso. Concordo inteiramente com todas as palavras do meu amigo acerca do vinho em si. Pode haver gente que goste do género mas para mim vai ser mais um vinho a evitar.
PR

Região: Douro
Produtor: Symington Family Estates
Teor alcoólico: 13,5%
Nota JB: 2,5/10
Nota PR: 3/10

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2002

Quinta do Crasto Douro Reserva 2002 foi vinificado a partir de uma selecção de uvas provenientes de vinhas velhas, com uma idade média de cerca de 70 anos. Envelhecidas durante 18 meses em barricas de carvalho Françês e Americano. Foi engarrafado sem qualquer colagem ou filtração em Março de 2004 .

Região: Douro
Teor alcoólico: 13,5%
Produtor; Sociedade Agricola da Quinta do Crasto

Este post já aqui se encontrava sem comentários pois tinha a garrafa guardada.
Abria-a há poucos dias.
Um vinho com um ataque de nariz um pouco alcoólico mas que depois de respirar se tornou elegante e com “frescura”, um agradável bouquet e óptimo fim de boca. A minha opinião é que aguentará mais uns bons anos em garrafeira e evoluirá para bem melhor. O prazer que me deu beber é indescritível.
Das provas já efectuadas de 2007, não transcritas para o blog por falta de tempo, é com certeza o melhor vinho que bebi e que irei com certeza guardar em memória.
PR

Nota 9/10

quinta-feira, janeiro 04, 2007

CARM Grande Reserva 2004

Este foi o meu tinto da refeição de final de ano. Este vinho foi uma belíssima revelação, apesar da Casa Agrícola Reboredo Madeira já habituar a rigor e qualidade. Este tinto é equilibradíssimo e muito elegante. Tem tudo aquilo que se procura num vinho duriense, tem o carácter da região, mas ultrapassa a marca da denominação pela sua subtileza e finura.

Região: Douro
Produtor: CARM - Casa Agrícola Reboredo Madeira
Teor alcoólico: 14%
Nota: 8/10

domingo, dezembro 31, 2006

La Rosa Reserve 2004


"É o resultado de um processo de selecção que começa na escolha dos melhores cachos de uvas durante as vindimas e que só termina passado 18 meses na escilha das melhores barricas que irão fazer parte do lote final"

O último vinho do ano. Acabei o ano a bebê-lo.
O primeiro embate não foi o mais agradável, talvez devido ao teor alcoólico elevado. Foi abrindo, entranhou e tornou-se uma agradável surpresa. Mesmo após um Barca Velha e batendo-se com doces aguentou-se que nem um herói. Tem muito ainda para dar, está ainda novo demais. Um senhor vinho.

Região: Douro
Teor Alcoólico: 15%
Produtor: Quinta da Rosa Vinhos SA
Enólogos: Sophia Bergqvist e Jorge Moreira

Nota (PR): 8/10

Barca Velha 1999


"Criado em 1952 e inspirado pelas uvas utilizadas na produção dos grandes Portos Vintage da companhia, Barca Velha nasceu pelas mãos de Fernando Nicolau de Almeida cujo objectivo era iniciar a produção de vinhos de mesa de alta qualidade da Região do Douro. A Casa Ferreirinha torna-se, assim, a primeira empresa de Vinho do Porto a dedicar-se à produção de vinhos de mesa de qualidade naquela região. Esta iniciativa veio moldar de forma marcante o futuro dos vinhos portugueses.
O controlo da fermentação foi assegurado graças a uma tecnologia francesa, recorrendo à remontagem por bomba em cubas, à época de madeira. O controlo da temperatura foi obtido através da utilização de gelo, como forma de garantir a fermentação alcoólica às temperaturas desejadas (28 a 30º C).
Após vários estudos e ensaios, o primeiro Barca Velha a ser comercializado surgiu da colheita de 1952. Desde o seu lançamento, a empresa tem seguido uma estratégia na qual apenas as colheitas de grande qualidade são seleccionadas para a produção deste vinho. A busca da mais alta qualidade e excelência explica o facto de terem sido apresentadas ao longo de cinco décadas apenas algumas colheitas do Barca Velha: 1952, 1953, 1954, 1957, 1964, 1965, 1966, 1978, 1981, 1982, 1983, 1985, 1991 e, o mais recente, 1995.
Em 1962, foi criada a marca Reserva Ferreirinha, destinada às colheitas de qualidade diferente das do Barca Velha.É importante salientar que, em 40 anos de história, o Barca Velha conheceu apenas dois Directores Técnicos/Enólogos o que lhe garante uma consistência e constância de estilo ímpares no mercado. "

PS: Texto completo pode ser lido na página da Sogrape com a história da Casa Ferreira.

A fama que vem de longe, foi assim que eu senti este Barca Velha e nada mais. Um óptimo vinho sem dúvida mas a ficar a milhas de distância de outras memórias que eu tenho nomeadamente das colheitas de 1982 e 1991. Apesar dos cuidados que tive, raramente tenho, da temperatura a ser servido e do tempo de abertura. Considerei o vinho uma decepção, atenção não levem isto à letra é um sr.vinho. É uma contradição eu sei... mas é exactamente o que senti quando o bebi. Tinha que o provar e foi uma loucura tê-lo comprado. Arranjei-o com a ajuda preciosa do meu amigo João. Continua no top dos vinhos Portugueses sem dúvida, mas neste momento temos vinhos que o superam no mercado, para o meu gosto claro, bem mais baratos.

Região: Douro
Teor Alcoólico: 13,5%
Produtor: Sogrape

Nota (PR): 8,5/10

terça-feira, dezembro 19, 2006

Post Scriptum 2002

A marca propriamente dita é Post Scriptum de Chryseia. A palavra Chryseia surge em pequenino, mas surge. Surge para associar este vinho ao outro, ao maior, àquele que tem reputação de especialidade. A técnica comercial não é original e é legítima, uma vez que se tratam de dois vinhos do mesmo produtor. O problema está em que este Post Scriptum não tem nada de especial; é uma banalidade, um bocejo! Pelo preço que custa bebem-se vinhos muitíssimo melhores... até mais baratos. Evitável, portanto! (JB)

Região: Douro
Produtor: Prats & Symington
Teor alcoólico: 12,5%
Nota JB: 4,5/10
Nota PR: 5/10

terça-feira, novembro 28, 2006

Gouvyas Couvée OP 2000

Belíssimo! Elegante como poucos! Deu-me um enorme gozo! Este não um vinho para meninos, não é um tinto das modinhas. É um senhor bem apresentado! Fiquei estarrecido e comovido.

Região: Douro
Produtor: Bago de Touriga
Nota: 8,5/10

Nota final: Agradecimento ao amigo Manuel Gomes Mota por me ter apresentado esta bela paisagem do Douro

terça-feira, novembro 21, 2006

Quinta do Vale Meão 2004

Não me quero alongar muito, porque sei que as palavras ficam aquém. É um vinho fácil, guloso e contudo complexo e rico. Apesar do seu forte teor alcoólico, este é um vinho muito sensível e equilibrado, é um Rolls Royce. É dos melhores que já bebi e, sem dúvida, o melhor Quinta do Vale Meão que já provei. Ao apreciá-lo tive a impressão que aquela boa gente que o faz poderá ainda tirar melhor das uvas. São sábios e afortunados. Estou apaixonado por este vinho.

Nota: 9,5/10
Região: Douro
Produtor: Francisco Olazabal e Filhos
Teor alcoólico: 14,5%

sexta-feira, novembro 17, 2006

Redoma Branco Reserva 2005


Efectuado com vinhas velhas de onde sobressaem as castas Rabigato, Codega, Donzelinho, Viosinho e Arinto.

"Depois de colhidas, as uvas são transportadas em caixas de cerca de 25 kg, para adega onde são
escolhidas e posteriormente prensadas. Antes de iniciar o processo de vinificação, o mosto é decantado
a baixas temperaturas durante um período de 16 a 24 horas.
A fermentação ocorreu sem inoculação em barricas novas e usadas de Carvalho Francês em sala com
temperatura controlada. Permaneceu nas barricas em contacto com as borras finas por um período
de 8 meses, sem fermentação maloláctica, tendo sido efectuada batonnage quinzenal de forma a
enaltecer a complexidade do vinho. " (retirado da ficha técnica do vinho propriedade da Niepoort Vinhos SA.).

Região; Douro
Produtor: Niepoort
Graduação: 13%

Mudei o conceito do blog nos ultimos posts e vou continuar pelo menos com este vinho pois merece-o. Não tenho palavras para descrevê-lo.... nenhuma. Este é o melhor vinho branco que provei em toda a minha vida. Isto é um branco. Caro mas valeu todo o cêntimo que gastei nele. Com vinhos assim vale sempre. Já pus de parte mais algum para ver se ainda consigo comprar outra garrafinha.

Nota 10/10

terça-feira, novembro 14, 2006

Poeira 2002 Tinto

Voltei, estou muito atrasado nas muitas provas para "postar" aqui no blog, mas achei por bem começar com este fabuloso vinho que provei ontem mesmo (que foi o meu dia de aniversário). Sim podem dar-me os parabêns também.

Aqui está um vinho que me surpreendeu (mentira pois já o esperava pelas criticas amigas) apesar do seu preço (como qualquer outro deste nivel ou de baixo nivel mesmo pois são todos carissimos) num Restaurante de Lisboa. Quem quer beber destes representantes do vinho Português paga e não bufa.
Optei por escrever aqui directamente a minha opinião em vez do comentário como costumamos fazer.

Não vou entrar pelos termos técnicos de enólogos ou mesmo especialistas em aromas e sabores, pois não o sou. Adorei o vinho, provei-o à temperatura certa (dizem +-16-18ºC) e aguentei-o até à temperatura a que gosto de beber (+-20ºC). Cheirei, com o pouco cheiro que tenho, saboreei, desgustei e digeri ainda melhor. Se este não é um dos melhores vinhos de Portugal, eu não sei o que é um bom vinho. Só é pena fazerem estas coisas em tão pouco quantidade. É pena mesmo. Acompanhou um couvert "mimo do chefe" (composto por um "consomé", leia-se sopa, de abóbora, um mozarella com tomate e espinafres e ainda escabeche de linguado) seguiu-se uma salada de figados com maçã caramelizada, um bacalhau em pão de azeitonas deitado em leito de cebolinha e pimentos e um carré de lebre.
Infelizmente não durou para a sobremesa mas com certeza a acompanhava bem também.


Região: Douro
Produtor: Jorge Nobre Moreira
Álcool: 13%

Nota 9/10.

domingo, outubro 22, 2006

Vinha do Tanque Reserva 2002

Este tinto fez-se com uvas da castas touriga nacional, touriga franca, tinta roriz e tinta barroca. Diz o produtor que o vinho sofreu uma longa maceração a temperatura controlada, tendo posteriormente estagiado em barricas de carvalho americano.

Região: Douro
Produtor: Castelinho Vinhos
Álcool: 13%

quarta-feira, setembro 20, 2006

Pintas 2002


A quinta onde nascem as uvas que fazem o Pintas situa-se junto ao Pinhão, no coração do Douro e as vinhas têm idade avançada, 70 anos dizem e são de diversas castas não indentificadas.


Região: Douro
Teor alcoólico: 14%
Produtor: Wine & Soul



PS. Foto do rótulo roubado na Internet, as desculpas ao autor.