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sábado, junho 02, 2007

Quinta de Saes Reserva Estágio Prolongado 2005

Belo e rijo vinho. Nariz muito agradável com fruta sem demasia e presença de madeira. Vinho adstringente e com energia. Será muito interessante bebê-lo dentro de um tempo.

Produtor: Álvaro de Castro
Região: Dão
teor alcoólico: 13%
Nota: 7/10

segunda-feira, maio 21, 2007

Pedro e Inês 2003

Um tinto profundo, misterioso, onde se notam ameixas e madeira. Mais do que dizer há que provar.

Região: Dão
Produtor: Dão Sul
Teor alcoólico: 14%
Nota: 8,5/10

sábado, abril 28, 2007

Quinta de Cabriz Reserva 2004

Este tinto está bem melhor no nariz do que na boca. Sinceramente achei-o demasiado festivo e, por conseguinte, cansativo nos aromas, tal a festarola. Bastante floral, sobretudo violetas, alguma fruta madura, baunilha e um toque levezinho a couro. Tudo muito bem, mas com o passar da refeição tornou-se fatigante, sobretudo ar do ramalhete. Na boca é maciozinho e bem mais desinteressante face ao esplendor olfactivo e incaracterístico, com alguma fruta discreta. Todavia não se pense mal, que está um bom pedaço de vinho.

Produtor: Dão Sul
Região: Dão
Nota JB: 5,5/10
Nota PR: 5/10

sexta-feira, abril 20, 2007

Encostas de Penalva 2004

Comprei este tinto por menos de dois euros. Antes que me argumentem que por esse preço não há bom vinho, respondo que os países do «novo mundo» aí estão para provar o contrário: vinho de grande consumo a preços acessíveis e que nem todo o vinho tem de ser uma preciosidade e caro. Repito que me marimbo para o preço e para as relações de qualidade e preço. Bebo o que gosto e recomendo o que julgo valer a pena.
Neste caso não recomendo. No nariz é um soco de álcool, o que transborda para a boca. É maciosinho e tal, mas nada mais. É desinteressante como uma folha de papel. Não percebo. Nem sequer percebo como foi aprovado como Dão, pois vinho desta qualidade deveria ser chumbado em nome da dignidade e reputação da região. Certamente só porque rende uns cobres em selos de certificação é que é aceite pela entidade que deveria zelar pela qualidade da denominação ou então em nome dum qualquer direito adquirido. Não percebo o que este vinho possa significar para quem o produz, pois não pode encher de orgulho quem o faz. Não percebo como chega ao mercado este vinho e, para mais, com o selo Dão à garupa.

Região: Dão
Produtor: Adega Cooperativa de Penalva do Castelo
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 2/10

domingo, março 18, 2007

Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador 2004

Este é um branco que vai bem com peixes pesados e gordos e com carnes menos robustas. Tem um nariz com fruta madura e é bem gordo e macio. Tem classe.

Região: Dão
Produtor: Paço de Santar
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 7/10

Grilos 2005

Por vezes não há nada como o sucesso para estragar um vinho ou uma marca. No Dão existia uma marca que punha no mercado um vinho popular, a preços simpáticos e com uma belíssima qualidade. Tornei-me a adepto e recomendei-o fartamente, comprando-o igualmente. Eu, que me assumo como negligente da relação qualidade e o preço, referi bastamente, a existência dessa relação nesse dito vinho: o Quinta dos Grilos, que, ano após anos, foi habituando os consumidores a uma boa qualidade.
O sucesso da marca ditou que a produção da Quinta dos Grilos fosse insuficiente para abastecer as necessidades. O mercado gostou dos Grilos e as vides da quinta tornaram-se insuficientes para abastecer a procura. Daí que os seus responsáveis tivessem de procurar fora de portas uvas para satisfazer a procura, o que não tem mal algum.
A primeira consequência é que como deixou de ser um vinho de quinta, a marca perdeu o direito a ostentar o vocábulo. Paciência, não é problema. Não tem mal, desde que a qualidade esteja à altura. O problema é que não está. Nâo sequer duvido do rigor do trabalho nem do esforço, mas é óbvia a diferença qualitativa dos Grilos de 2005 para os Quinta dos Grilos de anos anteriores.
Pode argumentar-se que em vinhos populares não é suposto ter-se um padrão de qualidade tão alto ou que a qualidade deste Grilos está ao nível dos seus concorrentes ou até acima. Pode ser, mas o facto é que nos anos anteriores era bem melhor. Está bebível, mas muito abaixo face ao que era. É pena!
JB

Região: Dão
Produtor: Sociedade Agrícola de Casal da Tonda
Teor alcoólico: 13%
Nota JB: 3/10

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Porta Fronha 2005

A marca deste tinto não lembra a ninguém: Porta Fronha! Ai, mãezinha!... Isto lembra «parto-te a fronha» - o que, para quem não sabe, quer dizer partir a cara. Não é bonito para marca. O rótulo, então, é outro desastre! Por que não foi uma empresa de design a elaborar a «fronha» da garrafa? É inacreditável o amadorismo que ainda existe no sector vinícola português. Bem, mas se o rótulo é péssimo e o nome impensável, o que se pode dizer do vinho, que afinal é o que interessa? Tem uma qualidade inversamente proporcional à vestimenta e à designação.
Quando me aconselharam este vinho recusei-o com o argumento primário do rótulo. Aconselharam-me inúmeras vezes e afastei-o sempre por via do nome ou da etiqueta. Contudo, um dia cedi por estar fartinho da insistência da Mafalda Santos, que além de imensa simpatia e competência, sempre me tem dado boas provas, tal como o pai.
Levei a garrafa e abri-a. Tem boa fruta e notas vegetais, com taninos presentes. Gostei. Gostei bastante. Penso que estará melhor dentro de uns anos, não muitos. Por isso comprei mais umas para ver como estarão daqui por uns tempos.

Região: Dão
Produtor: Quinta da Vegia Sociedade Agrícola
Teor alcoólico: 12,5%
Nota: 6,5/10

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Quinta dos Roques Touriga Nacional 1999

Efectuado unicamente com a casta touriga nacional, estagiou um ano em barricas de carvalho Francês.
Comprei esta para tirar as teimas em relação à de 1996 a ver se correspondia à memória do que provei.
Bem superior à de 1996 mostra ainda alguma vivacidade mas fica muito aquêm da colheita de 1997. Apesar de um belo touriga do Dão tornou-se um vinho banal em relação à memória que tinha dele.

Região: Dão
Produtor: Quinta dos Roques
Teor alcoólico: 13,5%

Nota: 6/10

Quinta dos Roques Touriga Nacional 1996

Efectuado unicamente com a casta Touriga Nacional, estagiou um ano em barricas de carvalho Françês.
Aqui está um vinho pouco falado nos dias de hoje mas que deu que falar quando veio para o mercado exactamente com esta colheita, esgotou. Provei e adorei à uns anos o de 1997, esta de 1996, oferecida por um amigo, mostrou-se já a morrer. (PR)


Região: Dão
Produtor: Quinta dos Roques
Teor alcoólico: 13,5%
Nota PR: 5/10
Nota JB: 6/10

PS: João se ainda tiveres alguma, despacha-as.

sábado, junho 10, 2006

Quinta dos Grilos Tinto 2004


Região: Dão
Teor Alcoólico; 13%
Produtor: Soc.Agricola do Casal de Tonda

segunda-feira, maio 15, 2006

Pellada Carrocel 2003

Produzido na Quinta da Pelada, em Pinhanços, Seia.

Região: Dão
Produtor: Álvaro de Castro
Enólogo: Álvaro de Castro
Teor alcoólico: 13%

quarta-feira, março 29, 2006

Quinta da Giesta branco 2005

A Quinta da Giesta situa-se em Mortágua. Este vinho fez-se com as castas arinto, encruzado e malvasia fina.
Região: Dão
Teor de álcool: 12%
Enólogo: Nuno Cancela de Abreu
Produção: 7.000 garrafas
Produtor: Boas Quintas